AstraZeneca utiliza Be8 BeVant® em geradores e bombas

por Erasmo Carlos Battistella

Em mais um passo a favor da transição energética de forma prática, escalável e economicamente viável, a Be8 assinou um acordo com a AstraZeneca Brasil. A empresa passou a utilizar nosso biocombustível Be8 BeVant® em seis grupos geradores de emergência e nas bombas do sistema de hidrantes de sua unidade industrial em Cotia, São Paulo. A iniciativa demonstra que companhias comprometidas com metas ambientais podem reduzir suas emissões imediatamente, utilizando soluções já disponíveis no mercado.

O Be8 BeVant® está sendo utilizado de forma integral, substituindo totalmente o diesel fóssil nesses equipamentos. O resultado é uma redução superior a 99% nas emissões de gases de efeito estufa associadas ao combustível tradicional. O mais importante é que essa substituição ocorre sem a necessidade de modificações na infraestrutura existente ou nos motores dos equipamentos, permitindo uma adoção rápida e segura. Esse foi justamente um dos objetivos que nos motivaram a desenvolver o produto: oferecer ao mercado uma alternativa técnica, competitiva e capaz de acelerar os compromissos de descarbonização das organizações.

A parceria com a AstraZeneca também reforça uma percepção que vem ganhando força em diferentes segmentos da economia. Cada vez mais empresas compreendem que sustentabilidade e eficiência operacional não são objetivos conflitantes. Ao contrário, precisam caminhar juntas. A AstraZeneca tem uma atuação global fortemente conectada à agenda ESG e à redução de emissões em suas operações. Ver uma companhia desse porte adotando o Be8 BeVant® é mais uma demonstração de que os biocombustíveis avançados possuem papel estratégico na construção de uma economia de baixo carbono.

Hoje, o Be8 BeVant® já foi validado por grandes organizações e é fornecido para mais de 40 empresas de diferentes setores econômicos. Produzido em nossa sede em Passo Fundo (RS), o combustível conta com capacidade de produção escalável para atender tanto o mercado brasileiro quanto oportunidades internacionais. Acredito que iniciativas como essa mostram que a transição energética não é um projeto para o futuro. Ela já está acontecendo agora, dentro de fábricas, centros logísticos, aeroportos, geradores e operações essenciais para a economia. E quanto mais empresas aderirem a soluções disponíveis e comprovadas, mais rápido avançaremos rumo a uma matriz energética mais limpa, competitiva e sustentável.

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